Teoria da evolução, O julgamento.
O texto que se segue é apenas um exercício de redação, o interessante do post reside em um vídeo dividido em 12 partes postados no youtube (logo após o texto), versa sobre a teoria da evolução x o criacionismo, se o texto lhe parecer insonso ou mesmo enfadonho, pule direto para o vídeo.
Religião nas escolas
A escola deve ser o local onde se transmite conhecimentos acumulados ao longo da trajetória do ser humano no planeta, conhecimentos e experiencias que possam ser testadas para que sejam comprovadas ou não pela geração a que se apresenta estes conhecimentos e/ou pelas seguintes.
Incluir a religião no curriculo escolar parece não fazer sentido, uma vez a grande maioria das idéias religiosas são, no máximo, apenas idéias mesmo, baseadas em hipóteses permeadas pelo sobrenatural e que não podem ser submetidas a testes.
É preciso considerar também que seria impraticável ensinar, por exemplo, as várias versões de como o homem foi criado, defendidas pelas várias religiões espalhadas pelo globo, não seria possivel, em um mundo globalizado como o de hoje, ensinar, em uma escola de uma cidade cosmopolitana, o criacionismo cristão, sem ser injusto com as famílias de alunos que, eventualmente, tenham orientação religiosa em que a idéia da criação seja diferente daquela defendida pelo cristianismo.
Talvez o máximo que a escola possa fazer é explicar que o Homem é apenas uma peça no intricado esquema da vida, e cabe a cada um tentar contribuir com sua parte na tentativa incansavel de descobrir como tudo isto funciona, indepentente da religião a que se esteja ligado.
Canalhice
Depois de estudar algum tempo no cursinho Henfil, mudei completamente minha opinião sobre o mesmo, então resolvi externar minha indignação em uma comunidade no orkut, no início alguns dos alunos das “unidades-vitrine” me hostilizaram e as postagens continuaram, a partir de um certo ponto, foram aparecendo mais e mais alunos descontentes das unidades (a grande maioria) onde reina a desorganização, então o moderador começou a apagar as msgs, um ex-professor, que postou um depoimento de descontentamento me alertou de que as mensagens seriam apagadas, no inicio eu não acreditei, mas a medida que foram aparecendo as verdades, msgs começaram a sumir, infelizmente não foi possivel tirar uma “foto” do tópico inteiro, mas uma parte eu registrei. Uma CANALHICE:

–
–
O Mito da caverna
Tudo o que vemos, sentimos e apreendemos pode ser apenas ilusão de nossa mente.
Podem existir várias realidades, tudo depende da forma como reagimos aos acontecimentos ou à importância que creditamos aos mesmos, como falou o grande escritor Ingles Willian Shakespeare, nas palavras de Hamlet “Não há nada inteiramente ruim ou inteiramente bom, tudo depende de como enxergamos”.
Muitas vezes a busca pela felicidade, liberdade, sucesso, etc. pode nos aprisionar cada vez mais ao mundo das (não mais que) sombras daquilo que realmente nos libertaria. Parece que quanto mais alcançamos as coisas que nos parece conduzir àquilo que almejamos, mais descobrimos que nos falta ainda mais, um clara indicação aos de visão mais apurada de que se está perseguindo o alvo errado.
Cabe a cada um de nós buscar as nunces escondidas atrás das sombras do cotidiano, na tentativa de enxergar aquilo que verdadeiramente nos libertaria do mundo das ilusões, abrindo assim, uma janela para a verdadeira realidade.
Liberdade!
Talvez uma das ideias mais caras ao ser humano, em toda a sua história, seja a ideia de liberdade, mas será que sabemos o que realmente seja a liberdade?
Ao longo da evolução humana parece que quanto mais nos desenvolvemos, mais a liberdade nos é suprimida, quanto mais civilizados ficamos, mais presos às amarras, convenções e codigos de comportamentos nos tornamos.
Tentativas de libertação das “algemas” da civilidade, através de movimentos organizados ou não, tem se mostrado, no mínimo, ineficientes, quando não desastrosas, levando alguns indivíduos a um aprisionamento ainda maior ou mesmo conduzindo-os a um estado em que o fim da trajetória seja subitamente antecipado, e, no fim das contas, sempre ocorre que o movimento, como um todo, seja absorvido pelo sistema civilizatorio. Miremos no exemplo da “geração beatnik” que gerou a contracultura e acabou fazendo parte da nossa cultura.
Será que é possível nos sentirmos libertos mesmo estando presos às amarras do mundo civilizado, sem violarmos as regras às quais estamos submetidos por estarmos inseridos neste mundo? Talvez sim! Talvez fosse necessário que cada um tenha sua própria idéia de liberdade para que isto fosse possível.
Tags: Liberdade
Felicidade não inclusa.
Há mais ou menos 2.000 anos atrás, um filósofo grego já se preocupava com o que, em nossos dias, pode ser considerado como uma das pedras angulares das economias e mercados atuais , a publicidade. Ela é tão importante nestes dias de “código aberto” e produtos “free” que muito provavelmente este texto não seria publicado neste espaço sem o suporte da mesma (pergunte à google). A despeito dos inegáveis benefícios, há de se questionar sobre os prováveis malefícios que a publicidade pode proporcionar ao cidadão comum que, de alguma forma, encontra-se despreparado.
É possível para o Homem moderno resistir aos apelos publicitários e consumir somente o que seja necessários ou, ao menos, o que realmente possa fazer diferença para a sua existencia? O que, além da força da propaganda, faz uma pessoa comprar dezenas de pares de sapatos que quase nunca serão utilizados? Seriam estes produtos capazes de atenuar a dor ou o sofrimento destes consumidores aparentemente irracionais?
O Vídeo deste post apresenta as idéias de Epicuro, são idéias de um filósofo que nasceu antes de Cristo mas que podem servir perfeitamente como questionamento ao ‘modus vivendi’ da sociedade moderna. Qual seria a saida? fazer como Epicuro, abandonando o jeito capitalista de viver? Talvez. Mas talvez não seja necessário e nem possível tanto, mas quem sabe a saida possa estar no investimento do conhecimento de si mesmo para poder melhor elaborar a dor e se tornar um pouco mais imune aos ataques da propaganda? Talvez, desta maneira, seja possível perceber que nenhum produto traz a felicidade como acessório.
Um pouco de sed e regex, excluindo várias ocorrencias de um mesmo arquivo
Recentemente, administrando remotamente (via ssh) um servidor linux, surgiu a necessidade de excluir várias ocorrencias de um mesmo arquivo em várias árvores de diretórios, um amigo que se diz “Admin de infra” e que detesta linha de comando, pois administra servidores Windows (obviamente via GUI) que acompanhava minha batalha fez a seguinte observação: “Tá vendo? é por isto que eu não gosto da linha de comando, isto seria fácil em um sistema desktop, no windows, por exemplo, bastaria fazer uma busca em todo o disco, selecionar tudo e excluir, já na sua amada linha de comando é preciso ficar planejando um comando. Realmente eu não tinha de imediato o comando na mente, seria preciso um tempo para “compor” um comando, mas imediatamente me veio a mente a vantagem de se construir um comando desta natureza para te-lo como ferramenta e fiz o seguinte questionamento ao meu amigo: “E se voce precisasse fazer uma limpeza deste tipo todos os dias? ou 1 vez por semana?” Ele concordou que realmente isto as vezes é necessário (como por exemplo os malditos arquivos Thumbs.db que o windows gera quando a opção armazenar miniaturas está em on nas opções de pasta), neste contexto ter um ou um conjunto de comandos é bem mais vantajoso pois é só criar um script e coloca-lo no crontab (agendador de tarefas) em 10 ou 15 minutos encontrei a solução e algumas horas depois encontrei várias versões, para escrever este texto escolhi, propositalmente a mais complexa somente para ter um pretexto para brincar com o sed e as expresressões regulares.
Suponha que se tenha uma pasta chamada testes no seguinte caminho:
srv/www/htdocs/testes/
Digamos que este diretório seja uma cópia de trabalho de um projeto svn, mas desejamos empacota-la (compactar) e distribuir os fontes, e por um motivo qualquer, não podemos utilizar o svn para fazer um export, de qualquer forma não faz muito sentido enviar as pastas de controle .svn, então seria interessante exclui-las, primeiro vamos, com o comando find, verificar onde estão as pastas .svn, por mera curiosidade:
# find /srv/www/htdocs/testes -name .svn
/srv/www/htdocs/testes/scripts/.svn
/srv/www/htdocs/testes/api/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/client/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/pear/Mail/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/pear/Net/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/pear/Auth/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/pear/Auth/SASL/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/pear/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/pear/PEAR/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/staff/.svn
/srv/www/htdocs/testes/include/.svn
/srv/www/htdocs/testes/styles/.svn
/srv/www/htdocs/testes/scp/js/.svn
/srv/www/htdocs/testes/scp/.svn
/srv/www/htdocs/testes/scp/css/.svn
/srv/www/htdocs/testes/scp/images/icons/.svn
/srv/www/htdocs/testes/scp/images/.svn
/srv/www/htdocs/testes/.svn
/srv/www/htdocs/testes/setup/.svn
/srv/www/htdocs/testes/setup/inc/.svn
/srv/www/htdocs/testes/setup/images/.svn
/srv/www/htdocs/testes/images/captcha/.svn
/srv/www/htdocs/testes/images/icons/.svn
/srv/www/htdocs/testes/images/.svn
Agora vamos apagar todas estas pastas, aproveitando do próprio comando find:
# find /srv/www/htdocs/testes -name .svn | sed -e ‘s/\/srv/rm -rf \/srv/g’ > clearsvn.sh | chmod 770 clearsvn.sh;./clearsvn.sh
Prontinho, um outro find não encontraria mais nenhuma pasta chamada .svn, mas aí meu amigo falou “Cê tá brincando né? e quem entende esta macorranada aí a não ser os malucos do linux?”, Cazzo, eu disse a ele, um “admin de infra” não pode fugir deste tipo de codigo, o que você vai fazer com o powershell dos novos servidores da MS? e então passei a explicar a *assustadora* linha do comando:
Primeiro é preciso entender que na verdade são 2 segmentos (ou 2 linhas) de comandos, o primeiro vai até o ; (ponto e vírgula) e está dividido em 3 comandos separados pelo | (pipe), o pipe, em essencia, faz a comunicação entre processos ou como diz o guia foca de uma forma mais didática: “envia a saida de um comando para a entrada do comando seguinte”, vamos ver cada comando do primeiro seguimento:
# find /srv/www/htdocs/testes -name .svn |
Como mostrado no inicio deste texto, este comando apenas lista (neste caso na tela) os arquivos encontrados com o nome .svn, mais detalhes sobre este comando no guia foca. Lembrando que como o comando inclue um pipe, o resultado dele servirá como entrada para o proximo comando após o mesmo.
sed -e ‘s/\/srv/rm -rf \/srv/g’
O Comando sed (comando?), na verdade o sed não é propriamente um comando mas sim um editor, como diz o verde, “ Um editor de textos não interativo”, então: o sed neste contexto apenas faz substituições em cada linha que o comando find envia para ele, ele substitui em cada início de linha fornecida pelo find a expressão /srv pela expressão rm -rf /srv , ou seja, ele acrescentou o comando rm seguido das opcoes -rf em cada linha, para explicar como o sed faz a substituição vamos supor que tenhamos um aquivo chamado arquivo.txt com o seguinte conteúdo:
Ontem eu não trabalhei, para hoje descansar.
Vamos substituir a expressão “não trabalhei” por “trabalhei muito”, para isto usamos o sed com a seguinte sintaxe:
sed -i ‘s/não trabalhei/trabalhei muito/g’ arquivo.txt
O conteúdo do arquivo seria alterado para:
Ontem eu trabalhei muito, para hoje descansar.
Veja que no meu comando original eu utilizei -e (para expressão) enquanto no exemplo acima foi utilizado -i, a explicação é simples, no primeiro caso o comando faz a alteração nas linhas que o comando find envia para o sed enquanto no segundo o sed faz a substituição de forma interativa, diretamente no arquivo.
Caramba, se a substituição é tão simples no sed então para o que serve aquelas barras invertidas no comando original? Ah sim! o problema está no fato de que o sed usa a / (um meta caracter) para separar a expressão a ser substituida pela expressão a substituir e, naquele caso, tinhamos que substituir uma expressão que começava extamente com uma /, tinhamos que substituir: /srv por rm -rf /srv, isto literalmente ficaria assim:
sed -e ‘//srv/rm -rf /srv/g’
Nossa, isto sim é confuso, como o sed ‘saberia’ qual das barras seria o meta caracter? na verdade a expressão dentro das aspas não passa de uma expressão regular, então para resolver o problema é só utilizar scape, ou seja, quando vc quer incluir uma barra em uma das bordas (inicio ou fim) da expressão basta “escapa-la” com uma barra invertida, veja que o comando sed -e ‘s/\/srv/rm -rf \/srv/g’ não escapa a barra logo após o srv, isto ocorre porque esta barra não ‘confunde’ o sed pois ela não está imediatamente antes ou após as barras que fazem parte do comando (o meta caracter).
> clearsvn.sh |
Este comando envia a saída (que seria enviada para a tela) para um arquivo chamado clearsvn.sh e usa o pipe para que seja processado o proximo comando, embora não envie nada para ele.
chmod 770 clearsvn.sh;
Este comando faz com o que arquivo gerado pelo comando anterior (clearsvn.sh) torne-se um executável, o ponto e vírgula encerra o segmento, funciona como um enter na linha de comando.
./clearsvn.sh
Finalmete o arquivo gerado é executado pelo comando acima.
Pô mas este monte de barra invertida realmente tornou a sequência de comandos bem macarrônica, não daria para ser mais simples? claro que daria, mas para que simplificar se podemos complicar? heim, heim? Brincadeirinha, a intenção foi mesmo mostrar o conceito do scape, a tal barra invertida, a solução para a simplificação seria a inserção ao invés da substituição, para isto fariamos:
find /srv/www/htdocs/testes -name .svn | sed -e ‘s/^/rm -rf /’ > clearsvn.sh | chmod 770 clearsvn.sh;./clearsvn.sh
Ficou menos macarronico? sei não! Se você conhece bem as expressões regulares (se não conhece e conseguiu chegar até aqui neste texto então está na hora de conhecer, aqui pode ser um bom lugar para começar) sim, para quem conhece regex é fácil entender a parte do sed agora, de qualquer forma para conhedores deste tema o comando anterior também não seria problema, vamos tentar explicar esta nova versão do sed:
sed -e ‘s/^/rm -rf /’
o s continua tendo a função de substituição, mas agora o ^ (Circunflexo) indica que a substituição será no inicio da linha como não existe nada após o circunflexo a expressão após a segunda barra acaba sendo inserida. Para deixar um pouco mais claro vamos usar esta forma de comando para inserirmos algo no início do arquivo “arquivo.txt” do exemplo anterior:
sed -i ‘s/^Ante/’
Isto faria com que o arquivo ficasse com o seguinte conteúdo:
AnteOntem eu trabalhei muito, para hoje descansar.
Ok, Isto é tudo? daria para melhorar ainda mais o conjunto de comandos? Claro, como o shel do linux é muito rico, é bem provável que para cada pessoa acostumada com a linha de comando que se apresentasse este problema, uma solução diferente seria encontrada, mas sem alterar em nada o comando e somente olhando para o resultado final podemos perceber que além de excluir as pastas .svn (atendendo ao nosso objetivo principal) a solução deixa, digamos… Um rastro, uma “sujeira”, que é o arquivo cleansvn.sh, então resta-nos acesecentar um comando para elimina-lo, eis a versão final:
# find /srv/www/htdocs/testes -name .svn | sed -e ‘s/^/rm -rf /’ > clearsvn.sh | chmod 770 clearsvn.sh;./clearsvn.sh;rm -rf clearsvn.sh
Considerações finais
Como disse no inicio do texto, esta é a solução mais complexa (ou mais macarronica) que encontrei, participando de grupos de discussões e foruns na rede, apresentaram-me solucoes com 1/3 do tamanho desta apresentada aqui, mas como já afirmei, escolhi esta apenas como pretexto para brincar um pouco com o sed e as expressões regulares, as outras soluções talvez possam vir a ser objeto de um outro texto.
Instalando o FirebirdSS-2.1.3 no Opensuse 11.1
Recentemente instalei o Opensuse 11.1 para poder ter mais uma opção de servidor com uma versão mais atualizada do kernel, o primeiro problema que encontrei foi a instalação do vmware e logo em seguida a instalação do Firebird Super Server, como relato em minha pagina about, a função principal deste espaço é registrar coisas deste tipo para que, em uma necessidade futura, possa ser fácil recuperar, uma espécie de repositório, por outro lado, é provavel que possa ser útil a alguem que esteja iniciando neste maravilhoso SO, então descrevo abaixo os passos para a instalação do FB no OpenSuse 11.1:
1- Baixar o rpm da pagina: http://www.firebirdsql.org/index.php?op=files&id=engine_213, no meu caso que uso um core 2 duo, o arquivo que baixei foi: FirebirdSS-2.1.3.18185-0.i686.rpm
2 – Instalar com um duplo clique, o yast será acionado e voce deverá informar a senha do root, provavelmente voce receberá uma mensagem de erro parecida com:
Dependencia não resolvida : libstdc++.so.5
3 – Se voce não recebeu a mensagem acima, o FB foi instalado com sucesso, simples assim, agora só falta mudar a senha (Veja o passo 6), se não vá para o passo seguinte.
4 – O proximo passo é descobrir em que pacote este arquivo se encontra, depois de uma rápida pesquisa descobri que está no pacote com o nome: libstdc++33, agora poderiamos utilizar o yast para descobrir o nome exato do pacote e instala-lo, mas que tal connhecer um aplicativo muito util da linha de comandos? então vamos usar o zypper, primeiro vamos descobrir o nome do pacote que devemos instalar, para isto usaremos o comando zypper, veja a saida após o cmando:
$ zypper search libstdc++
Carregando os dados do repositório…
Lendo os pacotes instalados…
| Nome | Resumo | Tipo
+———–+————————————————+————
| libstdc++33 | The standard C++ shared library | pacote
| libstdc++33-devel | Include Files and Libraries mandatory for Development | pacote
| libstdc++33-doc | Documentation for the GNU C++ standard library | pacote
Agora vamos instalar com zypper install, veja abaixo:
# zypper install libstdc++33
Carregando os dados do repositório…
Lendo os pacotes instalados…
Resolvendo as dependencias de pacote…
O seguinte pacote NOVO será instalado:
libstdc++33
Tamanho total do download: 200,0 K. Após a operação, 732,0 K adicionais serão utilizados.
Continuar? [SIM/não]:
Para instalar, tecle enter para a questão acima. e voce obtera a saida abaixo:
Obtendo pacote libstdc++33-3.3.3-7.5.i586 (1/1), 200,0 K (732,0 K descomprimido)
Instalando: libstdc++33-3.3.3-7.5 [concluído]
5 – Volte ao passo 2 e o FB deverá ser instalado.
6 – Mude a senha, para isto consulte meu artigo:
Alterando a senha do FB no windows e no Linux
Isto é tudo!
Links relacionados:
Instalando o Firebird 2.1 no CentOS 5.3
Google Wave, a nova onda – 10 convites
Quem ainda não ouviu, viu ou leu sobre o Google wave? provavelmente muitos, mas este post não é para explicar o que é esta nova onda e sim para distribuir 10 convites para participar da mesma. Para quem não faz nem idéia do que seja, posso adiantar uma das facetas: uma espécie de email moderno, imagine um email que pode ser acompanhado por um grupo de pessoas ao invés de apenas 2, ou seja, as pessoas criarão waves (ondas) ao invés de simples mensagens de emails. Claro que não é só isto, para saber mais procure no google por “google wave” ou começe visitando o link abaixo:
http://www.guiagooglewave.com/
Enviarei o convite para os 10 primeiros comentários deste post. Não é necessário deixar seu email no ‘corpo’ do comentário.
Encerrado, todos os convites já foram enviados (13/11/2009 – 09:48):
1 – Marco
2 – Klaatu
3 – Miguel
4 – Caio Fonseca
5 – Giovani
6 – Guilherme
7 – Harry Pitfall
8 – Enio
9 – Jaury
10 – Marden
Cliente Desktop para o GMail
Algumas empresas evitam usar o gmail pelo fato de que o operador precisa da senha para ter o acesso e, desta forma, comprometer a segurança e/ou o sigilo, uma solução é configurar os clientes pop3 e/ou IMAP dos softwares já consagrados do tipo Thunderbird ou Outlook, mas por um motivo obscuro o servidor gmail, vez ou outra, não aceita a senha configurada e força o operador a redigita-la, além do fato de que a interface é inteiramente diferente da interface original do gmail não permitindo que o usuário tenha acesso as outras aplicações do Google, como por exemplo: Calendario, Documentos, etc.
Depois de algum tempo procurando uma solução para os problemas citados acima encontrei o GMDesk, desenvolvido sob a plataforma Adobe Air, funciona em Windows, Linux e Mac.
Para instalar, visite o site: http://www.robertnyman.com/gmdesk/ e clique na região assinalada na figura abaixo:
Após clicar no botão indicado, o “instalador” verificará se o Adobe Air já está instalado em seu computador, se não, será instalado, se aparecer “Try Again”, mantenha a calma, olhe no alto a esquerda, deverá aparecer uma janela para que voce autorize a instalação do aplicativo, depois disto é só seguir o comportamento padrão para instalar programas, concordar com tudo, ehehe!
Após a instalação deverá surgir a tela de login, voce só vai perceber que não é a mesma tela que está acostumado porque não estará no browser, além do menu adicional destacado em amarelo na figura abaixo:
É isto, instale, use e veja se é útil.
Tags: Gmail
Backup com o Livedrive
Consideração inicial:
Diferente do artigo anterior sobre backup (http://www.cosmoverbal.net/produtividade-pessoal/backup-com-o-idrive-12-gb-gratis) que foi voltado para o usuario final, este está direcionado a usuários com algum conhecimento, não vou ensinar como se instala e nem apresentar telas de como se obtem o software, vou apenas compartilhar minha experiencia.
Motivação:
Depois de uns 3 ou 4 meses pesquisando sobre como manter backups de vários computadores instalados em locais, ambientes e plataformas diferentes a custos acessíves acabei optando pelo Livedrive, embora ele não atenda diretamente a um requisito muito importante destes que citei: multiplataforma, foi o unico que realmente oferece armazenamento ilimitado e que se pode instalar em um número ilimitado de computadores, infelizmente o software cliente do serviço só funciona na plataforma windows (ainda), mas com a facilidade da virtualização nos dias atuais, isto não chega a ser um problema, basta criar uma maquina virtual enxuta com o objetivo único de backup.
Custos:
Livedrive é um serviço de backup e compartilhamento de arquivos online, não tem versão gratuita e o preço pode assustar a primeira vista, £39.95 por ano para o armazenamento de 100 GB de 1 computador e £99.95 por ano para armazenamento ilimitado de ilimitados computadores, isto traduzido para a nossa moeda seria algo em torno de:
100 GB – 1 Computador : R$ 110.75 por ano
Ilimitado : R$ 281.13 por ano
Valores calculados pelo site: http://www.mataf.net/pt/moeda/conversor-GBP em 03/10/2009
Como funciona:
Vou descrever aqui como funciona a versão pro, tudo funciona igual na versão standard, a única diferença é que nesta voce só pode instalar o software cliente em apenas um computdador enquanto na pro voce pode instalar em um número ilimitado de máquinas. depois de criar sua conta (Trial e Free por 30 dias) voce ja pode baixar e instalar o software cliente, Ao final da instalação voce deverá proceder a uma reinicialização do windows para que voce possa fazer a configuração inicial que compreende 2 itens:
1 – Drive L
Será solicitado em que drive de sua máquina deverá ser feito o “cache local”, na maioria das instalações será o próprio drive c.
2 – Backup files
Nas minhas instalações eu pulo esta parte, é melhor escolher os arquivos a serem “backupeados” depois da instalação, na interface que eles chamam de “live drive control panel”, a interface é bem mais intuitiva e proporciona uma experiencia muito mais agradável, abaixo as telas correspondentes:
Diferenças entre o drive L e Backup files:
Backup Files
Em um momento da instalação voce será solicitado a informar um nome para a máquina, esta maquina figurará com este nome no portal do serviço; Ao abri-la (no portal) voce verá as pastas que voce escolheu para serem backupeadas, veja abaixo:
Se voce tiver o software instalado em 10 máquinas, mesmo que em ambientes diferentes, todas eleas aparecerão aqui. Quando voce altera algum arquivo nos diretorios atribuidos ao backup, uma nova versão será criada no portal (até 30 versões por arquivo), localmente voce tera acesso aos seus arquivos normalmente, mas para ter acesso aos arquivos das outras máquinas terá que ir ao portal.
Drive L:
O Drive L é o drive onde voce deverá manter os arquivos que deseja que sejam sincronizados e copiados para o portal, todo arquivo ou pasta colocado no drive L será mantido no portal e, opcionalmente, na maquina local, ou seja, se voce tiver 10 maquinas com o software instalado voce podera ter acesso local a tudo que tem no drive L de todas elas, não importa onde estejam, voce poderá se perguntar se isto não “estouraria” o espaço em seu disco, a resposta é não! O livedrive tem uma funcionalidade bastante interessante que é o que ele chama cache local, ou seja cada vez que um usuario adiciona alguma coisa em seu drive L, todas as maquinas sincronizadas serão “notificadas” sobre esta atualizacao, isto é, aparecerá tambem nestas maquinas a mesma estrutura das pastas/arquivos mas estas não estarão fisicamente copiadas, a não ser que voce tenha cofigurado para isto, mas voce pode, a qualquer momento, clicar com o botão direito do mouse em uma pasta e/ou arquivo e solicitar que este seja mantido localmente, pronto, será feito o download e deste ponto em diante mantido em sua maquina.
Abaixo uma amostra do drive L:
podemos dizer que os arquivos mantidos nas pastas atribuidas a Backup files são “backupeados” enquanto os arquivos mantidos no drive L são copiados e sincronizados. Voce pode compartilhar os arquivos mantidos no drive L mas não os arquivos de backup.
Considerações finais:
Depois de muito pesquisar cheguei a conclusão que esta é a melhor opção no que tange a relação custo/beneficio, isto na versão pro, a versao standard parece não fazer sentido, em segundo lugar eu ficaria com o Idrive (citado no inicio) este tem uma opção de US$ 149,00 com limite de 500 GB e 5 computadores, passei muito tempo pesquisando, testando, participando de foruns, etc. e posso dizer sem sombra de dúvida que o LDrive é imbativel, claro que isto pode mudar de uma hora para outra, todos os dias surgem novos concorrentes.
Em tempo:
Ja ia me esquecendo, o link do produto, eheheh: https://www.livedrive.com/
Bonus (Links de produtos relacionados):
http://www.mediafire.com
O produto gratuito mais atraente para um usuário final (fora o iDrive que é um pouco mais avançado) que encontrei, espaço ilimitado, tem uma funcionalidade interessante que é a de transferencia de arquivos entre contas, a versão paga não achei legal porque o envio dos arquivos precisa ser manual, ou seja, não tem um software cliente e nem aceita transferencias do tipo FTP ou rsync, além de não ter a funcionalidade de backup, somente armazenamento.
http://www.adrive.com/
50 GB Free, mas o software cliente não esta disponível na versão free, grande vantagem o cliente funcionar em Windows, Linux e Mac
https://www.backblaze.com/
Espaço para armazenamento ilimitado, US$ 5,00 por máquina, por mês
https://www.delldatasafe.com/BR/login.aspx
Serviço da Dell, 2 GB gratis, preços razoaveis para backups indviduais
http://www.jungledisk.com/index.aspx
Espaço ilimitado, 15¢ por GB
https://spideroak.com/pricing
Ilimitado numero de maquinas mas quanto mais espaço se usa mais se paga, iniciando em US$ 100 por ano p/ 100 GB, 2 GB free.
http://www.myotherdrive.com/dyn/actions/viewRegister
Outro que oferece possibilidade de se fazer backup de varios computadores com a mesma conta, 2 GB free, 100 GB US$ 4,99 p/me e 1 TB por US$ 240,00 p/m
https://www.humyo.com/pages/en/free-online-file-storage
10 GB free, acesso somente via web
http://www.rsyncit.com/pricing/
Muito bom, rsync recurso dos meus “wet dreams”, mas muio caro:
http://s3rsync.com/index.php/Rsync_to_Amazon_S3
RSync direto para a Amazon, cobrado por hora, daria muito trabalho para testar e ver se compensa, alem do fato que não tem como testar sem custos
http://www.onlinebackupsites.com/
Site com alguns reviews.
Tags: Backup
